Demonstrativo Financeiro de 2001

PARECER DE AUDITORIA

Ilmos. Senhores
Membros do CONSELHO CURADOR da
FUNDAÇÃO SOBECCan
FUNDAÇÃO PARA PESQUISA, PREVENÇÃO E ASSISTÊNCIA DO CÂNCER
Rua Pernambuco, 268.
RIBEIRÃO PRETO – SP.

1) Examinamos as Demonstrações Contábeis da Fundação SOBECCan, levantadas em 31 de dezembro de 2001 e 2000, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Entidade. Nossa responsabilidade é a de emitir parecer sobre essas demonstrações.

2) Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria que determinam sejam eles realizados com o objetivo de comprovar a adequada apresentação das demonstrações contábeis em todos os seus aspectos relevantes, conseqüentemente incluíram as provas nos registros contábeis e outros processos técnicos de comprovação que consideramos necessários nas circunstâncias.

3) Em fevereiro de 2002 ficou parcialmente concluído o adrede demandado levantamento, objetivando dimensionar os reais saldos devedores e credores originários de operações de prestação de serviços e aluguéis com a Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto. Tais levantamentos abrangeram períodos anteriores à existência da Fundação Sobeccan, por operações realizadas com a entidade “O. A. ONCOLOGIA ASSOCIADA”, cujo crédito total no montante de R$ 436.525, foi transferido para Fundação Sobeccan através de um Adendo Contratual firmado entre a Fundação Sobeccan e a Santa Casa em 01 de fevereiro de 1999. Além disso, os levantamentos ora apresentados, não alcançaram 31/12/2001 e continuaram sob discussão das partes, que discrepam quanto às suas consistências nessa data e em datas anteriores. Os valores constantes das presentes demonstrações são: “Contas a Receber R$ 71.411 e Contas a Pagar R$ 13.861”. Em 31/12/2000, eram respectivamente R$ 389.308 e R$ 168.676.

4) Em nossa opinião, exceto quanto aos efeitos do assunto comentado no parágrafo 3 e quanto aos ajustes dele decorrentes, somos de parecer que as referidas demonstrações contábeis (Balanços Patrimoniais, Demonstrações dos Superávits ou Déficits, Demonstrações das Mutações do Patrimônio Social e Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos), apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da FUNDAÇÃO SOBECCan, em 31 de dezembro de 2001 e 2000, de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade.

Ribeirão Preto, 22 de maio de 2.002.

VOUCHER AUDITORIA S/C LTDA
CRC 2-SP-014.348/O-3

Altair Bataglia
Contador CRC 1-SP-059.445/O-7
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE 31/12/2001 E 31/12/2000.

1) CONTEXTO DAS OPERAÇÕES, OBJETIVOS DA FUNDAÇÃO E OUTROS COMENTÁRIOS.

1.1) A FUNDAÇÃO SOBECCan – Pesquisa, Prevenção e Assistência do Câncer, foi constituída primeiramente por instrumento particular, através de Assembléia Geral de 31 de março de 1998, e posteriormente legalizada por determinação da Oitava Promotoria de Justiça (Curadoria de Fundações) desta cidade de Ribeirão Preto, tendo a competente Escritura Pública sido lavrada no 4º Tabelionato de Notas Livro nº 1130, pág. 121, em 27 de maio de 1998.

1.2) A Fundação tem como membro-nato, a Sociedade Benemérita de Combate ao Câncer do Nordeste Paulista (SOBECCan) e como outros membros, médicos de renome e reconhecida idoneidade e outras pessoas de projeção regional. Seus objetivos estatutários são: a) promover a prevenção, o diagnóstico e o tratamento do câncer; b) promover, incentivar e colaborar, pelos meios adequados, com instituições públicas e privadas, com institutos educacionais e com universidades, em programas de pesquisa e/ou ensino nos diversos setores da oncologia; c) promover cursos, simpósios, seminários, conferências e estudos visando o ensino e a difusão dos conhecimentos pertinentes à oncologia; d) instituir bolsas de estudo, estágios e proporcionar auxílio e assistência para realização de atividades concernentes à pesquisa e desenvolvimento da oncologia. Segundo o que se constata pelo manuseio da documentação interna, na prática, a Fundação tem prestado os seguintes serviços principais em relação ao câncer: quimioterapia, atendimento ambulatorial, distribuição de medicamentos, atendimento psicológico, fisioterapêutico, musicoterápico, odontológico e serviços sociais outros de apoio e amparo à comunidade que a ela recorre. Os serviços médicos são prestados por profissionais especializados e, as tarefas de apoio na captação de recursos complementares à prestação de serviços, são feitas por funcionários e voluntariamente por candidatos espontâneos da comunidade.

1.3) A entidade não visa obter lucros e compromete-se a aplicar integralmente suas rendas, recursos e eventual resultado operacional na manutenção e desenvolvimento dos objetivos institucionais no território nacional.

1.4) Nos exercícios de 2001 e 2000, a Fundação teve as seguintes fontes de receitas: a) Prestação serviços no tratamento câncer para entidades públicas e particulares; b) Doações em dinheiro e bens de pessoas físicas e jurídicas; c) Receitas de promoções e eventos realizados por voluntários; e, d), como decorrência da administração do seu fluxo de caixa, algumas rendas de aplicações financeiras de valor pouco expressivo.

1.5) Na forma dos estatutos a Fundação é dirigida por um Conselho Curador e Administrada por uma Diretoria Executiva, dispondo também de um Conselho Consultivo. Os integrantes desses órgãos não recebem qualquer remuneração pelo seu trabalho.
1.6) Em face de dificuldades financeiras que marcaram o ano de 2001, a Fundação necessitou reduzir suas atividades mantendo, no mínimo, dentro de suas possibilidades o atendimento emergencial. Esta razão motivou a queda de suas receitas em relação às do ano anterior.

1.7) Em face do exposto no item anterior, a Fundação ainda não destinou recursos para constituição das Reservas Técnicas de que trata o artigo 3º dos seus Estatutos, e até consumiram a reserva que tinha sido iniciada com este fim.

1.8) Em relação ao Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro cumpre ressaltar que a Fundação, na qualidade de entidade jurídica de direito privado, constituída sob os preceitos dos artigos nºs 24 e 27 do Código Civil Brasileiro, e do artigo nº 11 da Lei de Introdução ao mesmo Código, constituída sem fins lucrativos e que obedece às prescrições do Regulamento do Imposto de Renda aprovado com o Decreto nº 3000/99, especialmente seus artigos 174 e 170, e em face ainda do disposto no art. 15 da Lei nº 9532/97, não está sujeita.

2) SUMÁRIO DAS PRÁTICAS CONTÁBEIS.

2.1) As demonstrações contábeis, consideradas anualmente, estão apresentadas conforme a Resolução do Conselho Federal de Contabilidade, CFC nº 837/99 que aprovou a Norma Brasileira de Contabilidade NBC-T-10.4 – Fundações.

2.2) Aplicações Financeiras. Para melhor administrar seu fluxo financeiro e ao mesmo tempo manter as necessárias reservas para o atendimento de suas necessidades, a Entidade mantém depósitos em caderneta de poupança, objetivando principalmente repor o poder de compra da moeda nos períodos em que não seja utilizada. Os rendimentos de aplicações financeiras são reconhecidos proporcionalmente.

2.3) Os estoques, cujo controle financeiro ainda continua precário, foram avaliados da seguinte maneira:

a) aqueles de pequena relevância, que totalizam no balanço de 2001 R$ 12.006, foram avaliados por cotação no mercado em data próxima a 31/12/2001;

b) O de medicamentos, mais relevante R$ 108.401, foi avaliado 47 % ao custo de aquisição pelo sistema PEPS (primeiro que entra, primeiro que sai) e 53 % pelo Brasíndice com o desconto costumeiro de 30% e por pesquisa no mercado. No ano de 2000, os estoques foram avaliados na quase totalidade pelo custo médio ponderado de aquisição.

2.4) Ativo Permanente. Está registrado pelo valor de aquisição tanto no caso de aquisição direta pela Fundação quanto no caso da entrega de bens que foi feita ao patrimônio social, por ocasião da constituição da Entidade. No caso da entrega ao patrimônio social, foi feita uma avaliação dos bens para que refletissem o valor que tinham no estado de conservação que ostentavam.

As depreciações estão sendo calculadas pelo método linear, às taxas usuais para as empresas em geral. Os direitos de uso de software começaram a ser amortizados a partir do ano 2001, e os direitos sobre marcas e patentes, não estão sendo depreciados nem amortizados.

   
2001
2000
 

Custo Corrigido

Depreciações Acumuladas

Valor Residual

Valor Residual

Tx. Depre- ciação

Equipamentos Hospitalares

86.972,21

(21.043,08)

65.929,13

74.293,88

10%

Equipamentos/Comp. Informática

32.387,57

(16.555,54)

15.832,03

21.807,94

20%

Móveis e Utensílios

40.539,77

(15.180,43)

25.359,34

29.030,82

10%

Veículos

15.550,00

(8.768,33)

6.781,67

9.891,67

20%

Equipamentos Odontológicos

6.765,45

(1.799,69)

4.965,76

5.642,31

10%

Instalações

12.952,72

(2.576,87)

10.375,85

10.718,90

10%

Marcas e Patentes

6.775,00

 

6.775,00

4.981,00

 

Direito de Uso Software

17.423,70

(1.742,37)

15.681,33

17.423,70

10%

Totais

219.366,42

(67.666,31 )

151.700,11

173.790,22

 

2.5) Provisões. Não obstante os necessários ajustes de exercício anterior procedidos, e ainda a existência de créditos em discussão, não foram constituídas as provisões de que trata o subitem 10.4.2.1 da NBC-T-10, em face da inexistência de estimativas com bases nas perdas reais de créditos anteriores.

3) CONTAS A RECEBER.

 

A composição do saldo desta conta apresenta as seguintes grandezas:

 
VALORES R$

 

2001

2000

DEVEDORES

 

 

 

 

 

Santa Casa – Sociedade Beneficente Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto (a)

71.410,95

315.678,86

PCC – Plano de Cobertura Complementar

25.365,96

25.365,96

Sassom – Serviço de Assist. à Saúde Município Rib. Preto

 

1.103,72

Apas – Associação Policial de Assistência à Saúde

 

3.871,19

Mococa – Irmandade Santa Casa Misericórdia Mococa

 

27,00

Monte Alto – Irmandade de Misericórdia de Monte Alto

 

75,00

Cheques em cobrança

549,00

102,00

Créditos Diversos

 

8,00

Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (b)

30.411,58

 

SUS – Sistema Único de Saúde (via Santa Casa) (c)

69.256,40

43.076,75

total

196.993,89

389.308,48

(a) Santa Casa: neste ano de 2001, foram concluídos os levantamentos internos que apuraram pelo lado desta Entidade, os créditos e débitos que se encontravam sob análise das partes nos dois últimos anos. O resultado, no montante de R$ 71.411, ainda encontra-se sob análise da devedora Santa Casa e pode ser objeto de novo ajustamento se forem feitas comprovações de importâncias questionadas. Como resultado prático desse levantamento, tivemos ajuste de exercício anterior demonstrado no item próprio, que levou em conta os créditos a receber por serviços prestados e os débitos por aluguéis contratados com a própria Santa Casa.

(b) Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo: nesse saldo, consta como a receber, a importância de R$ 5.906, que também está sendo objeto de discussão entre as partes por ter ultrapassado o limite autorizado na época.

(c) SUS (via Santa Casa): créditos normais a receber do SUS. O saldo a receber do ano anterior de R$ 43.076, foi também objeto de levantamento citado em “a”.

4) SUBVENÇÕES E GASTOS PREVIDENCIÁRIOS.

A Entidade não recebe qualquer subvenção e não tem isenção de contribuições previdenciárias, exceto quanto ao pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro, a qual não pode ser dimensionada em virtude de não haver lucro tributável.

5) APLICAÇÕES EM GRATUIDADE (item VI do art. 3º e parágrafo único do art. 4º do Decreto nº 2.536/98).

Refere-se à contabilização, tão-somente, da mão-de-obra paga a profissionais cujos serviços não são cobrados pela entidade.

6) QUALIFICAÇÃO DAS RECEITAS (§ 4° Dec. 2536/98).

Embora a medida não esteja calculada em relação à capacidade instalada da Entidade, cumpre registrar que as receitas totais assim se expressam percentualmente:

2001

2000

 

R$

%

R$

%

Atendimento ao SUS

365.967

74,41

630.178

85,63

Atendimento as demais Entidades

125.857

25,59

105.740

14,37

Total

491.824

100,00

735.918

100,00

7) AJUSTE DE EXERCÍCIOS ANTERIORES.

O levantamento referido na nota 3 a , que em grande parte, esclareceu as divergências que vinham sendo discutidas entre a Entidade e a Santa Casa, ensejaram a apuração de ajuste de anos anteriores, motivados por aluguéis, despesas e ajustes de receitas previamente descontadas, no montante de R$ 109.611. Nesse valor inclui-se o efeito de PIS a Compensar no montante de R$ 1.154, ajustado no corrente ano. No ano anterior já havia sido feito parte do ajustamento nessa conta no montante de R$ 17.660.


1) BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO
Em reais R$
P A S S I V O
2001
2000
CIRCULANTE 70.727,71 292.262,58
Fornecedores 29.877,16 74.414,43
Salários a Pagar 8.731,00 14.774,00
INSS a Recolher 3.939,76 7.276,87
FGTS a Recolher 1.174,08 1.989,60
Contr. a Sindicatos Recolher 172,63
IRRF Retidos a Recolher 156,86 626,70
PIS a Recolher 247,72 475,45
Adiantamento de Clientes 4.718,58
Aluguel - Santa Casa (nota 3 a) 13.860,68 168.676,17
Provisões de Férias 12.740,45 19.138,15
PATRIMÔNIO SOCIAL 424.645,43 549.811,88
Patrimônio Social Estatutário 48.916,07 48.916,07
Fundo Patrimonial 436.525,62 436.525,62
Reserva de Reavaliação Imob. 44.630,48 44.630,48
Superávit ou (Déficit) Acumulado (105.426,74) 19.739,71
TOTAL PASSIVO 495.373,14 842.074,46
 
 
 
2) DEMONSTRAÇÕES DO SUPERÁVIT OU DÉFICIT EM 31 DE DEZEMBRO
Em reais R$
C R É D I T O S
2001
2000
RECEITAS  
Receitas Operacionais de Prest. Serviços: 491.824,81 735.918,86
Convênios de Saúde Públicos 455.573,53 630.178,80
Convênios de Saúde Privados 36.251,28 105.740,06
Deduções das Receitas (9.494,28)
Glosas de Faturamento (9.494,28)
Receitas Não Operacionais: 352.366,85 337.983,35
Promoções e Eventos 144.948,18 155.581,23
Doações Diversas 186.839,90 180.250,31
Alienação de Imobilizado 2.151,81
Reversão de Despesas 20.578,77
Receitas Financeiras: 2.236,62 13.121,94
Rendimentos de Aplicações 1.692,88 12.963,07
Descontos Obtidos/Ressarc. Despesas 543,74 158,87
Total dos Créditos 836.934,00 1.087.024,15
D É B I T O S
DESPESAS
Custos dos Serviços Prestados: 521.505,09 817.117,44
Medicamentos 176.679,80 360.796,20
Mão-de-Obra e Encargos 244.376,29 334.641,34
Serviços de Assistência Médica 69.161,83 70.566,05
Encargos de Depreciações 25.942,67 20.979,65
Materiais Diversos/Esterilização Materiais 5.344,50 30.134,20
Despesas Administrativas: 244.253,79 378.114,47
Aluguéis 73.279,60 154.937,59
Serviços de Terceiros e Enc.Sociais 82.538,85 91.355,74
Conserv. e Reparação de Instalações 17.010,62 29.362,20
Impressos e Materiais p/ Escritório 16.774,17 32.144,75
Anuidades / Assinaturas 9.134,89
Locações 8.806,29
Telefones 13.762,67 16.235,28
Despesas Viagens, Estadias e Refeições 9.642,12 19.731,09
Demais despesas 13.304,58 34.347,82
Despesas Não Operacionais: 31.719,69 59.139,36
Despesas com Promoções e Eventos 31.719,69 59.139,36
Outras Despesas: 55.010,44 26.073,51
Gratuidades (nota 5) 45.623,95 12.220,33
Desp. Bancárias, Juros, Multas, etc. 9.386,49 13.853,18
   
Total das Despesas 852.489,01 1.280.444,78
SUPERÁVITS OU (DÉFICITS) DOS EXERCÍCIOS (15.555,01) (193.420,63)
Total dos Débitos 836.934,00 1.087.024,15
As notas explicativas fazem parte integrante destas Demonstrações
 
 
4) DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS EM 31 DE DEZEMBRO
Em reais R$
2001 2000
ORIGENS DOS RECURSOS 10.387,66 (166.903,60)
das operações da Fundação:
Déficit do Exercício (15.555,01) (193.420,63)
ajuste de depreciações nele incluídas 25.942,67 20.995,65
valor residual das baixas imobilizado - 1.123,00
Alienação do Realizável a Longo Prazo 4.398,38
APLICAÇÕES DOS RECURSOS 10.387,66 (166.903,60)
em aquisições de Ativos Perman.Imobilizados 3.852,56 61.718,06
aumento (diminuições) no Cap.Circulante Líq. 6.535,10 (228.621,66)
Demonst. das Variações no Capital Circul. Líquido
aumentos e/ou (diminuições); já líquido dos ajustes
de exercício anterior: 6.535,10 (228.621,66)
ativo circulante no início do exercício 558.672,80 709.228,09
ativo circulante no final do exercício 343.673,03 685.944,51
acréscimos ou (diminuições) (214.999,77) (23.283,58)
passivo circulante no início do exercício 292.262,58 86.924,50
passivo circulante no final do exercício 70.727,71 292.262,58
acréscimos ou (diminuições) 221.534,87 (205.338,08)

3) DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL EM 31 DE DEZEMBRO
Em reais R$
Fundo
Patrimonial
Superávits
Patrimônio
Proveniente
Reserva de
(Déficits)
Social
Sobeccan
Reavaliação
Acumulados
Total
Em 31 de dezembro de 1999 48.916,07 436.525,62 44.630,48 230.820,61 760.892,78
Ajuste de Exercício Anterior (17.660,27) (17.660,27)
Déficit do exercício (193.420,63) (193.420,63)
Em 31 de dezembro de 2000 48.916,07 436.525,62 44.630,48 19.739,71 549.811,88
Ajuste de Exercício Anterior (nota 7) (109.611,44) (109.611,44)
Déficit do exercício (15.555,01) (15.555,01)
Em 31 de dezembro de 2001 48.916,07 436.525,62 44.630,48 (105.426,74) 424.645,43

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