Demonstrativo Financeiro de 2003

PARECER DE AUDITORIA

Ilmos. Senhores
Membros do CONSELHO CURADOR da
FUNDAÇÃO SOBECCan
FUNDAÇÃO PARA PESQUISA, PREVENÇÃO E ASSISTÊNCIA DO CÂNCER
Rua Altino Arantes, 925.
RIBEIRÃO PRETO – SP.

1) Examinamos as Demonstrações Contábeis da Fundação SOBECCan, levantadas em 31 de dezembro de 2.003 e 2.002, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Entidade. Nossa responsabilidade é a de emitir parecer sobre essas demonstrações.

2) Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil, que determinam sejam eles realizados com o objetivo de comprovar a adequada apresentação das demonstrações contábeis em todos os seus aspectos relevantes, conseqüentemente incluíram as provas nos registros contábeis e outros processos técnicos de comprovação que consideramos necessários nas circunstâncias.

3) Até o ano de 2.002, havia discussão entre esta Entidade e a Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto, acerca dos valores de créditos desta Instituição por serviços prestados sob parceria ao SUS (Sistema Único de Saúde) e débitos pelo uso dos próprios da Santa Casa. As contas recíprocas foram encerradas em 29 de dezembro de 2.003 através do “Instrumento Particular de Confissão de Dívida, Conferência de Valores, Compromisso de Pagamento e Outras Avenças”, no qual foi definido o montante a receber por esta Entidade de R$ 76.354,62 (setenta e seis mil, trezentos e cinqüenta e quatro reais e sessenta e dois centavos), e que está sendo pago em 2.004.

4) Uma vez solucionado o assunto comentado no parágrafo 3 para o ano de 2.002, somos de parecer que as referidas demonstrações contábeis (Balanços Patrimoniais, Demonstrações dos Superávits ou Déficits, Demonstrações das Mutações do Patrimônio Social e Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos), apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da FUNDAÇÃO SOBECCan, em 31 de dezembro de 2.003 e 2.002, de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade.

Ribeirão Preto, 20 de maio de 2.004.

VOUCHER AUDITORIA LTDA Eduardo Antônio Freza Aleixo
CRC 2-SP-014.348/O-3. Contador CRC 1-SP-214994/O-1.
Altair Bataglia
CRC 1SP- 059445/O-7.

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE 31/12/2.003 E 31/12/2.002.

1) CONTEXTO DAS OPERAÇÕES, OBJETIVOS DA FUNDAÇÃO E OUTROS COMENTÁRIOS.

1.1) A FUNDAÇÃO SOBECCan – Pesquisa, Prevenção e Assistência do Câncer, foi constituída primeiramente por instrumento particular, através de Assembléia Geral de 31 de março de 1.998, e posteriormente legalizada por determinação da Oitava Promotoria de Justiça (Curadoria de Fundações) desta cidade de Ribeirão Preto, tendo a competente Escritura Pública sido lavrada no 4º Tabelionato de Notas Livro nº 1.130, pág. 121, em 27 de maio de 1.998. É considerada e possui documentos: a) de utilidade pública federal através da Portaria n° 1.463 de 31 de outubro de 2.002; b) de utilidade pública estadual através da Lei n° 10.658 de 28 de setembro de 2.000; c) de utilidade pública municipal através da Lei n° 8.225 de 16 de outubro de 1.998 que alterou a Lei Municipal n° 7.619 de 28 de fevereiro de 1.997; d) que atesta o registro junto ao CNAS (Conselho Nacional de Assistência Social) conforme Resolução n° 136 de 28 de junho de 2.000, publicada no Diário Oficial da União em 04/07/2.000, Seção I; e, e) do processo de habilitação junto ao Ministério da Saúde – Divisão de Convênios – São Paulo-SP, protocolado em 12 de setembro de 2.002 sob n° 25004.003594 2002-7.

1.2) A Fundação tem como membro-nato, a Sociedade Benemérita de Combate ao Câncer do Nordeste Paulista (SOBECCan) e como outros membros, médicos de renome e reconhecida idoneidade e outras pessoas de projeção regional. Seus objetivos estatutários são: a) promover a prevenção, o diagnóstico e o tratamento do câncer; b) promover, incentivar e colaborar, pelos meios adequados, com instituições públicas e privadas, com institutos educacionais e com universidades, em programas de pesquisa e/ou ensino nos diversos setores da oncologia; c) promover cursos, simpósios, seminários, conferências e estudos visando o ensino e a difusão dos conhecimentos pertinentes à oncologia; d) instituir bolsas de estudo, estágios e proporcionar auxílio e assistência para realização de atividades concernentes à pesquisa e desenvolvimento da oncologia; e, e) promover atividades culturais e publicações que visem a prevenção, pesquisa e assistência do câncer. Segundo o que se constata pelo manuseio da documentação interna, na prática, a Fundação tem prestado os seguintes serviços principais em relação ao câncer: quimioterapia, atendimento ambulatorial, distribuição de medicamentos, atendimento psicológico, fisioterapêutico, musicoterápico, odontológico e serviços sociais outros de apoio e amparo à comunidade que a ela recorre. Os serviços médicos são prestados por profissionais especializados e, as tarefas de apoio na captação de recursos complementares à prestação de serviços, são feitas por funcionários e voluntariamente por candidatos espontâneos da comunidade.

1.3) A entidade não visa obter lucros e compromete-se a aplicar integralmente suas rendas, recursos e eventual resultado operacional na manutenção e desenvolvimento dos objetivos institucionais no território nacional.

1.4) Nos exercícios de 2.003 e 2.002, a Fundação teve as seguintes fontes de receitas: a) Prestação de serviços no tratamento do câncer para entidades públicas e particulares; b) Doações em dinheiro e bens de pessoas físicas e jurídicas; c) Receitas de promoções e eventos realizados por voluntários.

1.5) Na forma dos estatutos a Fundação é dirigida por um Conselho Curador e Administrada por uma Diretoria Executiva, dispondo também de um Conselho Consultivo. Os integrantes desses órgãos não recebem qualquer remuneração pelo seu trabalho.

1.6) Em face dos déficits constatados, a Fundação ainda não destinou recursos para constituição das Reservas Técnicas de que trata o artigo 3º dos seus Estatutos, e até consumiu a reserva que tinha sido iniciada com este fim.

1.7) Em relação ao Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro cumpre ressaltar que a Fundação, na qualidade de entidade jurídica de direito privado, constituída sob os preceitos dos artigos nºs 62 e 65 do Novo Código Civil Brasileiro, e do artigo nº 11 da Lei de Introdução ao Código Civil, constituída sem fins lucrativos e que obedece às prescrições do Regulamento do Imposto de Renda aprovado com o Decreto nº 3.000/99, especialmente seus artigos 174 e 170, e em face ainda do disposto no art. 15 da Lei nº 9.532/97, não está sujeita. Quanto a Cofins (Contribuição para a Seguridade Social), a entidade é isenta em virtude da MP 2.158-35/01, art. 14, inc. X.

2) SUMÁRIO DAS PRÁTICAS CONTÁBEIS.

2.1) As demonstrações contábeis, consideradas anualmente, estão apresentadas conforme a Resolução do Conselho Federal de Contabilidade, CFC nº 837/99 que aprovou a Norma Brasileira de Contabilidade NBC-T-10.4 – Fundações.

2.2) Quanto aos estoques releva notar:

Em julho/03, foi feita uma contagem para a Entidade regularizar algumas diferenças de itens. Essa contagem foi valorizada ao preço da última compra de cada produto. A partir daí, a Entidade começou a fazer a contagem física trimestralmente, para controlar melhor seus estoques. O sistema utilizado para baixas nos estoques é o PEPS (primeiro que entra, primeiro que sai). A avaliação final foi feita pelo preço da última compra.

 

2003 – R$

2002 – R$

Medicamentos

17.454

39.736

Descartáveis / Escritório

9.595

8.523

totais

27.049

48.259

2.3) Ativo Permanente. Está registrado pelo valor de aquisição ou de avaliação tanto no caso de aquisição direta pela Fundação quanto no caso da entrega de bens feita ao patrimônio social, por ocasião da constituição da Entidade e posteriormente por doações.

A entidade dispõe de um terreno de 8.506 m2, situado nesta Comarca de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, cujo uso foi concedido pela Lei Complementar Municipal nº 1.511 de 11 de julho de 2.003, com a finalidade de construção e instalação do “Hospital do Câncer de Ribeirão Preto”, no prazo de 2 (dois) anos, dando-se o seu controle contábil por conta de compensação.

As depreciações estão sendo calculadas pelo método linear, às taxas usuais para as empresas em geral. Os direitos de uso de software começaram a ser amortizados a partir do ano 2.001, e os direitos sobre marcas e patentes, não estão sendo depreciados nem amortizados. As benfeitorias em imóveis de terceiros foram amortizadas a partir do corrente ano de 2.003, de acordo com o contrato de locação, cujo vencimento está previsto para 04/09/2.005.

2.3.1) Imobilizado – (valores em R$)

 

 

 

2003

2002

 

Custo Corrigido

Depreciações Acumuladas

Valor Residual

Valor Residual

Tx. Depre- ciação

Equipamentos Hospitalares

124.103

(42.123)

81.980

86.99 9

10%

Equipamentos/Comp. Informática

37.825

(30.450)

7.375

12.42 3

20%

Móveis e Utensílios

43.206

(23.719)

19.487

23.807

10%

Veículos

15.550

(13.788)

1.762

3.672

20%

Benfeitorias Imóveis de Terceiros

20.336

(5.595)

14.741

13.80 4

 

Equipamentos Odontológicos

8.765

(3.203)

5.562

4.289

10%

Equipamentos de Escritório

4.417

(413)

4.004

32 4

10%

Instalações

17.156

(5.660)

11.496

13.21 2

10%

Marcas e Patentes

6.972

 

6.972 ,00

6.775

 

Direito de Uso Software

17.424

(5.227)

12.197

13.93 9

10%

totais

295.754

(130.178)

165.576

179.244

 

2.4) Provisões. Não foram constituídas as provisões de que trata o subitem 10.4.2.1 da NBC-T-10.4, em face da inexistência de estimativas com bases nas perdas reais de créditos anteriores.

3) CONTAS A RECEBER.

A composição do saldo desta conta apresenta as seguintes grandezas:

 

Valores em R$

DEVEDORES

2003

2002

 

 

 

Santa Casa – Sociedade Beneficente Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto (a)

76.355

 

71.411

PCC – Plano de Cobertura Complementar

 

25.366

Sassom – Serviço de Assist. à Saúde Município Rib. Preto (b)

13.243

5.262

Apas – Associação Policial de Assistência à Saúde

891

6.372

Monte Alto – Irmandade de Misericórdia de Monte Alto

947

225

Mococa – Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Mococa

60

 

Cheques em cobrança

130

210

Créditos Diversos

6.809

13

Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (b)

31.015

14.526

SUS – Sistema Único de Saúde (via Santa Casa) (c)

 

143.992

total

129.449

267.377

(a) Santa Casa: os créditos e débitos que encontravam-se sob análise nos dois últimos anos, foram objeto de acordo efetuado através do “Instrumento Particular de Confissão de Dívida, Conferência de Valores, Compromisso de Pagamento e Outras Avencas”, datado de 29 de dezembro de 2.003 e cujo acerto a favor da Sobeccan foi no montante de R$ 76.355 (em 31/12/2.002 R$ 71.411) a serem pagos da seguinte forma: 1ª parcela em 05/02/2.004 no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais) e o restante em 10 parcelas mensais, iguais e consecutivas a partir de 05/03/2.004.

(b) Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e SASSOM: saldo referente a contas a receber normais relativas a faturamentos feitos.

(c) SUS (via Santa Casa): O saldo a receber do ano de 2.002 de R$ 143.992, foi também objeto de levantamento citado em “a”. No ano corrente de 2.003, houve apenas faturamentos ao SUS nos meses de janeiro e fevereiro/2.003.

4) SUBVENÇÕES E GASTOS PREVIDENCIÁRIOS.

A Entidade não recebe qualquer subvenção e não tem isenção de contribuições previdenciárias, exceto quanto ao pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro, a qual não foi dimensionada em virtude de não haver lucro tributável.

5) APLICAÇÕES EM GRATUIDADE (item VI do art. 3º e parágrafo único do art. 4º do Decreto nº 2.536/98).

Refere-se a contabilização, tão-somente, da mão-de-obra paga a profissionais cujos serviços não são cobrados pela entidade.

6) QUALIFICAÇÃO DAS RECEITAS (§ 4° Dec. 2.536/98).

Em face da desvinculação da entidade com a Santa Casa, o regime de parceria para atendimento a pacientes do SUS foi interrompido, fundamentando o pedido de credenciamento descrito em 1.1 acima. A expressão das receitas da entidade é a seguinte:

2003

2002

 

R$

%

R$

%

Atendimento ao SUS

33.593

9,81

487.686

70,97

Atendimento as demais Entidades

308.929

90,19

199.438

29,03

totais

342.522

100,00

687.124

100,00

 

1) BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO
(Em reais R$)
A T I V O
2003
2002
CIRCULANTE 171.185 340.949
Caixa 1.937 1.339
Bancos c/ Movimento 12.668 22.514
Contas a Receber (nota 3) 129.449 267.377
Adiantamentos a Fornecedores 82 665
Impostos a Recuperar 796
Estoques (nota 2.2) 27.049 48.259
PERMANENTE (nota 2.3) 165.576 179.243
Equipamentos Hospitalares 124.103 116.833
Equip. e Componentes Informática 37.825 35.604
Móveis e Utensílios 43.206 43.206
Veículos 15.550 15.550
Equipamentos de Escritório 4.417 329
Equipamentos Odontológicos 8.765 6.765
Instalações 17.156 17.156
Benfeitorias em Propriedades de Terceiros 20.336 13.805
Marcas e Patentes 6.972 6.775
Direito de Uso de Software 17.424 17.424
Depreciações / Amortiz. Acumuladas (130.178) (94.203)
TOTAL ATIVO 336.761 520.192
As notas explicativas fazem parte integrante destes Balanços Patrimoniais
FUNDAÇÃO SOBECCan - PESQUISA, PREVENÇÃO E ASSISTÊNCIA DO CÂNCER
CNPJ nº 02.681.523/0001-76
Rua Altino Arantes, nº 925 - Ribeirão Preto-SP.
1) BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO
(Em reais R$)
P A S S I V O 2.003 2.002
CIRCULANTE 49.293 119.197
Fornecedores 12.978 45.462
Salários a Pagar 7.848 9.841
INSS a Recolher 14.200 4.705
FGTS a Recolher 1.251 1.372
Encargos Municipais 928 424
IRRF a Recolher 244 54
PIS a Recolher 182 210
Cheques a Compensar 540
Aluguel - Santa Casa 36.398
Contas a Pagar 1.044
Provisões de Férias e Encargos 10.618 20.190
PATRIMÔNIO SOCIAL 287.467 400.995
Patrimônio Social Estatutário 89.692 80.422
Fundo Patrimonial 436.526 436.526
Reserva de Reavaliação 44.630 44.630
Déficits Acumulados (283.381) (160.583)
TOTAL PASSIVO 336.761 520.192
As notas explicativas fazem parte integrante destes Balanços Patrimoniais
FUNDAÇÃO SOBECCan - PESQUISA, PREVENÇÃO E ASSISTÊNCIA DO CÂNCER
CNPJ nº 02.681.523/0001-76
2) DEMONSTRAÇÕES DO SUPERÁVIT OU DÉFICIT EM 31 DE DEZEMBRO
(Em reais R$)
C R É D I T O S 2.003 2.002
RECEITAS  
Receitas Operacionais de Prest. Serviços: 342.523 687.124
Convênios de Saúde Públicos 156.452 649.585
Convênios de Saúde Privados 186.071 37.540
Deduções das Receitas (2.084) (6.799)
Glosas de Faturamento (2.084) (6.799)
Receitas Não Operacionais: 404.131 301.399
Promoções, Eventos e Projetos 205.302 154.178
Doações Diversas 195.538 143.030
Receita c/ Utilização da Marca 1.800
Reversão de Despesas 3.291 2.391
Receitas Financeiras: 13.011 7.435
Rendimentos de Aplicações 1.065
Descontos Obtidos/Ressarc. Despesas 13.011 6.370
Total dos Créditos 757.581 989.159
D É B I T O S
DESPESAS
Custos dos Serviços Prestados: 374.975 622.380
Medicamentos 149.450 279.359
Mão-de-Obra e Encargos 111.590 200.977
Serviços de Assistência Médica 47.161 77.907
Encargos de Depreciações 20.326 26.536
Materiais Diversos/Outros Custos 46.447 37.601
Despesas Administrativas: 433.765 335.652
Aluguéis 92.914
Pessoal, Terceiros e Encargos 130.289 133.688
Conserv. e Reparação de Instalações 11.934 9.327
Impressos e Materiais de Consumo 27.337 43.273
Impostos e Taxas 5.609
Anuidades / Assinaturas/Congressos 8.070 9.715
Locações / Fretes e Carretos 54.583 11.100
Força / Luz / Água e Esgoto 11.253
Telefones 15.854 14.941
Depreciação 15.649
Despesas Viagens, Estadias e Refeições 4.859 6.708
Perdas no Recebimento de Créditos 141.609
Demais despesas 6.719 13.986
Despesas Não Operacionais: 30.261 26.237
Despesas com Promoções e Eventos 23.321 26.237
Despesas com Reforma 6.940
Outras Despesas: 41.378 60.047
Gratuidades (nota 5) 28.846 50.713
Desp. Bancárias, Juros, Multas, etc. 12.532 9.333
Total das Despesas 880.379 1.044.315
DÉFICITS DOS EXERCÍCIOS (122.798) (55.156)
Total dos Débitos 757.581 989.159
 
 
 
 
4) DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS EM 31 DE DEZEMBRO
(Em reais R$)
2003
2002
ORIGENS DOS RECURSOS 9.270 31.506
de Terceiros:
Doações integradas ao Fundo Patrimonial 9.270 31.506
APLICAÇÕES DOS RECURSOS 9.270 31.506
das operações da Fundação:
prejuízo do Exercício 122.798 55.156
ajuste de depreciações nele incluídas (35.975) (26.536)
em aquisições de Ativos Perman.Imobilizados 22.308 54.079
aumento (diminuições) no Cap.Circulante Líq. (99.861) (51.193)
VARIAÇÕES NO CAPITAL CIRCULANTE (99.861) (51.193)
ativo circulante no início do exercício 340.949 343.673
ativo circulante no final do exercício 171.185 340.949
acréscimos ou (diminuições) (169.764) (2.724)
passivo circulante no início do exercício 119.197 70.728
passivo circulante no final do exercício 49.293 119.197
acréscimos ou (diminuições) (69.903) 48.469

3) DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL EM 31 DE DEZEMBRO
(Em reais R$)
Fundo
Patrimonial
Superávits
Patrimônio
Proveniente
Reserva de
(Déficits)
Social
Sobeccan
Reavaliação
Acumulados
Total
Em 31 de dezembro de 2001 48.916 436.526 44.630 (105.427) 424.645
Doações integradas ao Fundo Patrimonial 31.506 31.506
Déficit do exercício (55.156) (55.156)
Em 31 de dezembro de 2002 80.422 436.526 44.630 (160.583) 400.995
Doações integradas ao Fundo Patrimonial 9.270 9.270
Déficit do exercício (122.798) (122.798)
Em 31 de dezembro de 2003 89.692 436.526 44.630 (283.381) 287.467

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